RECONSTRUÇÃO MAMÁRIA RESTABELECE AUTOESTIMA FEMININA APÓS A MASTECTOMIA

Reconstrução de Mama

Prática ajuda na redução do trauma e pode ser feita ainda durante a cirurgia

 

Cada vez mais frequente, o câncer de mama é o tipo de tumor que mais acomete mulheres. Para 2014, o Instituto Nacional do Câncer (INCA) alerta para a previsão de diagnóstico de 57 mil novos casos. Com isso, a prevenção do câncer se torna o principal aliado para combater esses altos números: consultas periódicas, autoexame da mama e exames preventivos como ultrassonografia e mamografia são recomendados às mulheres.

Atualmente existem diversas técnicas voltadas para a detecção e tratamento da doença, sendo que a reconstrução mamária é considerada parte da sua superação. “A reconstrução da mama é uma opção para as mulheres que sofreram a mastectomia, retirada dos seios, seja ela parcial ou total”, comenta o mastologista Sérgio Mendes, da Beneficência Portuguesa de São Paulo.

Para muitas mulheres, a reconstrução das mamas ajuda no fortalecimento da autoestima o que, por sua vez, favorece na recuperação da paciente, uma vez que a cirurgia restabelece a região afetada pela doença, tornando-se um importante aliado psicológico. Dr. Armando Ribeiro, psico-oncologista da Beneficência Portuguesa de São Paulo, complementa “cuidados integrativos em oncologia vão além da cura do câncer, promovem o reequilíbrio emocional, do bem-estar e da qualidade de vida das pacientes e de seus familiares”.

Atualmente, as novas técnicas de reconstrução mamária podem ser aplicadas antes mesmo do início da quimioterapia, mas para cada caso é feita uma análise para entender a melhor o tratamento a ser seguido. Entre as opções de cirurgia estão a lipoenxertia, reconstrução feita a partir de tecido dorsal e abdominal, e a inclusão de próteses de silicone ou expansores, que são mais indicados para mulheres com seios menores.

 A recuperação, que pode variar de 30 a 90 dias, também está ligada ao cuidado para a não rejeição da cirurgia. “Pacientes que receberam doses de radioterapia, fumantes e que possuem doenças autoimunes ou diabetes necessitam de uma avaliação mais rigorosa antes de realizar a cirurgia, com objetivo de evitar riscos de rejeição”, finaliza Dr. Mendes

Sobre Beneficência Portuguesa de São Paulo

Fundada em 1859, a Beneficência Portuguesa de São Paulo (www.beneficencia.org.br) é a maior instituição hospitalar privada da América Latina, contando com aproximadamente 7.500 colaboradores e 2.200 médicos, e com uma gestão baseada na qualidade assistencial, humanização, ensino e pesquisa, além de um corpo clínico formado por renomados especialistas. A instituição é referência no atendimento médico hospitalar em mais de 60 especialidades, como cardiologia, oncologia, neurologia, gastroenterologia, ortopedia, urologia, entre outras. Atualmente, a Beneficência Portuguesa conta com três hospitais que somam mais de 2.000 mil leitos de internação. O Hospital São Joaquim, primeiro pilar da Instituição, realiza atendimento ao Pronto Socorro, UTIs, Internações e Cirurgias. Em 2007, foi inaugurado o Hospital São José, que se destaca pelo atendimento oncológico com padrões internacionais, entre outras especialidades. Em 2012, o Hospital Santo Antônio foi criado com o objetivo de oferecer atendimento a pacientes usuários do Sistema Único de Saúde, reforçando a responsabilidade social e carácter beneficente da Associação. Já em 2013, a Instituição criou o Centro Oncológico Antônio Ermírio de Moraes para ser um dos maiores e mais completos núcleos de tratamento de câncer no país.

Imagem Corporativa –Jade Avlasevicius

 

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